January 2008
Monthly Archive
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0 comments Thursday 31 Jan 2008 | admin | Art & Design News
0 comments Thursday 31 Jan 2008 | admin | Art & Design News
0 comments Thursday 31 Jan 2008 | admin | Art & Design News
This is a cry for help. No, really. Our groovy little unit, , is awash in cool projects and we need a world-class designer/developer to join our team. If this describes you and you're in the Dallas area Metroplex, please keep reading and heed the clarion call!
0 comments Wednesday 30 Jan 2008 | admin | Design View

A contribuição do design para a qualidade de vida.
Sabe aquela sensação que dá quando estamos satisfeitos com alguma coisa? É tão bom... mas dura pouco! Quando atingimos a plenitude e nada mais nos falta, a primeira providência que tomamos é negá-la. Sempre falta , algo que ficou por ser feito e que continua nos requisitando. Mas claro: viver é fazer.
Bem-estar não é um estado que se atinge quando cessam os desejos, mas sim . Quem vive bem, vive bem porque pode experimentar e descobrir o que é viver bem. Se existisse uma receita pronta para uma boa vida que servisse a todos, . Na verdade, um dos fatores que mantém o capitalismo funcionando em nossa sociedade é sua capacidade de produzir bens de consumo diversificados em abundância, adequando-se razoavelmente a diferentes estilos de vida dos consumidores.
O design surgiu, precisamente, quando o capitalismo atingia seu ápice de abundância e a concorrência, inevitavelmente, tinha que acontecer em outra arena. Uma saída encontrada por algumas indústrias foi a diversificação da linha de produtos, trabalhando com públicos menores, porém fiéis. O design entrava com a melhoria da qualidade do produto, um diferencial que permitia elevar seus preços. A referência inicial eram valores universais como os ideais clássicos de harmonia, o conceito de “boa forma” da Gestalt, a adaptação dos produtos às e etc.
Essa estratégia universalista durou enquanto os consumidores estavam satisfeitos em se identificarem com “a massa”. A partir dos anos 60, o burburinho provocado pelo contato entre culturas promovido pela rede de transportes e comunicação, as pessoas passaram a procurar estilos de vida próprios, procurando no mundo todo. Difícil definir o que era bem-estar para essas pessoas, já que cada uma pensava diferente. Alguns queriam paz e amor, outros só pensavam em fama e dinheiro...
No final do século XX, o contato intercultural se tornou familiar. As pessoas já conversavam na mesa do jantar como era viver no socialismo soviético ou na tecnocracia japonesa. Ao invés de criticar, as pessoas tentavam entender as diferenças, afinal de contas, os outros povos também eram humanos e cidadãos do mesmo mundo. As viagens turísticas para o exterior adquiriram outra conotação: era uma forma de aprender como outras pessoas conseguiam viver bem em situações completamente diferentes às que o viajante considerava boas em sua própia cultura.
O bem-estar hoje é considerado relativo, entretanto, as pessoas concordam em uma coisa: bom mesmo é poder experimentar. O desejo dos consumidores por novas sensações, novas experiências, novos estilos de vida, tem levado o design a abstrair seus objetos de trabalho. A forma dos produtos parecem cada vez mais . Os designers chegam a cogitar se o que estariam projetando não seria . Se a experiência é projetável ou não, o fato é que ela é só mais uma tentativa na busca do indivíduo pelo bem-estar dentro de seu estilo de vida próprio. O design, para os consumidores, não define o que é bem-estar mas é um caminho.
Este artigo foi publicado originalmente na Revista Design do website da
Vi no Usabilidoido
0 comments Wednesday 30 Jan 2008 | admin | Design

O que parece ser simples, é na verdade complexo.
A simplicidade está na moda... de novo. Após o conturbado final do século XX, salpicado de rupturas tecnológicas e ameaças apocalípticas, as pessoas estão procurando conciliar o que o presente nos oferece com o que o passado tinha de bom. “Antigamente tudo era tão mais simples...” dizem uns. Entretanto, ninguém quer nem pode se desfazer dos novos confortos e voltar ao passado. Os produtos que fazem mais sucesso no momento são os que recuperam a simplicidade sem perder a sofisticação.
Parece um paradoxo, algo impossível de acontecer, simplicidade e sofisticação estarem num mesmo lugar, no mesmo objeto. Mas é real: empresas como a Apple e Google estão chamando a atenção do mundo pelo fino equilíbrio entre essas qualidades. A Google saiu do fundo de uma garagem para se tornar uma das maiores empresas do mundo em menos de 10 anos graças à simplicidade de sua página e à sofisticação de seu mecanismo de busca. Só é preciso digitar uma palavra e apertar um botão para ter acesso a milhares de informações espalhadas na Web. A complexidade fica por conta do sistema, que realiza para indicar à pessoa as páginas mais relevantes.
Mas a simplicidade tem um preço: a simplicidade esconde mais do que revela. Olhamos para um objeto ou uma pessoa simples e pensamos: “puxa vida, gostaria de ser como aquela pessoa” ou “ter o que ela tem”. O que não sabemos é que ser simples não é simples. Um sábio indiano certa vez escreveu que o segredo da felicidade é “”. Tento aplicar isso em minha vida, mas é tão difícil... O problema é que, em nossa sociedade atual, a vida é muito complicada. Temos que , vivenciar dramas, equilibrar conhecimento, economia e prazer numa agenda sempre lotada!
A simplicidade está na moda porque a complexidade impera. A cada momento, multiplicam-se em progressão geométrica as coisas que precisamos conhecer, relacionar e interagir para sobreviver. Definitivamente, não damos conta de tudo. Quando aparece um deserto nesse mar de oásis, ficamos embasbacados, pensando como é possível que ninguém sacou antes que poderia ser simples assim? Esse efeito estarrecedor da simplicidade é pura ilusão. Na miragem, o iPod parece uma caixa com um botão, uma rodinha e um display que é a solução para as demandas de consumo de música do indivíduo. Desmistificada a elegância da simplicidade, percebemos que ao invés de solucionar qualquer coisa, o iPod complexifica ainda mais a vida das pessoas. Agora temos que escolher não uma dentre 10 músicas do Discman, mas uma dentre 5.000!
A última versão do iPod, agora com monitor sensível ao toque, comporta menos músicas, mas faz um monte de outras coisas: funciona como agenda, calculadora e navegador de Internet. Na verdade, a Apple aproveitou o sucesso do iPhone e fez uma versão sem telefone: o . Para quem já tinha um iPod anterior e acompanhou o , ele parece tão simples quanto o primeiro iPod. Agora, para quem está de fora dessa cultura, ele é uma quimera tão assustadora quanto o . Como diz John Maeda em seu livro , “”, logo a simplicidade não é universal: para alguns é simples, para outros, não.
É por tudo isso que não concordo quando alguém evoca o velho bordão do design cunhado pelo arquiteto na escola Bauhaus: “menos é mais!” Eu pergunto: menos é mais para quem? Van der Rohe usava ela para aludir à racionalização extrema de recursos: usar o mínimo de material para obter o máximo de eficiência de uso. O modernismo almejava a padronização do cotidiano segundo leis de bem-estar pretensamente universais. Hoje em dia, ninguém acredita que isso seja possível, no entanto continua-se a repetir que “menos é mais”. É porque a frase adquiriu um novo sentido. Diante de tamanha abundância de produtos e tecnologia, oferecer menos é um diferencial de mercado, ou seja, destaca o produto. Hoje, menos é diferente, não é mais. Se fosse mais, as pessoas pediriam menos produtos, menos funcionalidades, menos consumo, mas não é o que se observa na prática: as pessoas querem sempre mais e mais! Menos é menos e mais e mais; não dá pra correlacionar quantidade com qualidade.
Assim como o protagonista do romance sente o peso do comprometimento com a liberdade quando se envolve com uma mulher, nós sentimos o peso da simplicidade quando sua complexidade inerente se desvela. Negar a complexidade é tapar o sol com a peneira: . Entretanto, precisamos crer em simples ideais para sobreviver ao .
Nota: a idéia desse artigo é problematizar a visão simplista que se tem da relação entre simplicidade e complexidade, manifesta, por exemplo, na excelente (porém simplista) . O primeiro artigo que encontrei que me fez repensar a empolgação com a simplicidade foi o de Donald Norman. Depois, o contato com os projetos explorando os dos seres-humanos no Royal College of Art me convenceram de vez a ser mais crítico a respeito dessa questão.
Artigo a ser publicado na Revista Design do website da .
Vi no Usabilidoido também! rs
0 comments Wednesday 30 Jan 2008 | admin | Design
Havaianas: clichê ou tendência?
Design é, por vezes, usado como sinônimo de novidade, de criatividade, de inovação, de vanguarda. Porém, quão capaz é o design de trazer o novo? A sociedade teme e rejeita movimentos que propõem mudanças radicais, como o , o e o , enquanto endeusa as mudanças propostas pelo Design, mudanças que não ameaçam o status quo, senão que o reforçam. É por isso que o Design segue tendências e não escapa dos clichês.

Mas, nem tudo é reprodução cultural no Design. Por mais que rejeitem o papel de artistas, designers não abdicam da marca autoral. Para competir no mercado, designers precisam chamar a atenção para si, mesmo que seja apenas em seu portifólio. , uma linha particular que distinga seus trabalhos dos demais. Ao invés de suprimir, empresas astutas capitalizam em cima do estilo, agregando o mesmo à sua marca. Por essa brecha, as organizações encontram espaço para propor mudanças e se atualizar perante à sociedade.
As organizações são conservadoras porque sua função é precisamente manter o status quo. Podem ter como objetivo a mudança de entidades externas, mas nunca a sua própria mudança. Por isso, a mudança parte do indivíduo, mas depende da incorporação pelas organizações para que se estabeleça como novo status quo.
No Design, não são apenas designers capazes de propor mudanças. Na verdade, quem tem maior liberdade são os consumidores. Eles podem criar e recriar produtos independente do parecer das organizações. As Havaianas são um caso clássico. Chinelo de baixo custo, era associado à classe de baixa renda, que não teria condições de comprar calçados melhores. Como tática de diferenciação, algumas pessoas viravam ao contrário os solados, deixando a superfície branca característica para baixo. Essa prática se reproduziu por muitos anos, até que propôs a Havaianas Top, em diversas cores e sem a superfície branca. Resultado: sucesso absoluto de vendas e magnífica revalorização da marca.

Hoje, as Havaianas são exportadas para 80 países do mundo e . O que era clichê, virou tendência graças ao Design. A foi incorporada numa estratégia de branding brilhante e óbvia ao mesmo tempo: é óbvio que o consumidor queria sandálias diferentes, mas é brilhante a forma como o desejo foi atentido. Os comerciais de TV, os pontos-de-venda e a forma do produto estavam todos muito bem alinhados.


0 comments Wednesday 30 Jan 2008 | admin | Design
Postanowiłem zająć się aspektem czytelnośći Weboholica. Przy okazji pisania artykułu o Listach zamiast Divach zauważyłem że kod xhtml zupełnie nie odróżnia się na blogu od CSS. Tak samo jest z artykułami dla linuxa które nie są wogóle czytelne.
Specjalnie dla Was legenda:
Kod xHTML i podobne
Kod CSS
Kod Java
Komendy linuxowe i argumenty (przeplatane dwoma kolorami)
Treści do wklejenia
Zapraszam do komentowania, jestem ciekawy co o tym myślicie?
0 comments Wednesday 30 Jan 2008 | admin | Design
Irgendwie gruseliger Experimentalfilm / / by Javier Morales and John Michael Boling / gesehen bei auf flickr .... der übrigens coole Bilder hat!
0 comments Wednesday 30 Jan 2008 | admin | Design
Desenvolvimento de Display Expositor para a empresa Omni Log. Esse display está presente em férias e eventos e serve como um Posto Avançado para atendimento de clientes e fornecedores da empresa.
0 comments Wednesday 30 Jan 2008 | admin | Design
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